domingo, 15 de julho de 2012

Pós-Flip: Capas para Drummond

Já era de se esperar que, com sua obra relançada este ano e tendo sido o escritor homenageado na FLIP, o poeta mineiro teria destaque nos lançamentos das semanas pós-festival. Abaixo, capas para as sete faces de Carlos Drummond de Andrade:


Poesia 1930-62. Capa modernista para a edição crítica da Cosac Naify. 



Design minimalista da warrakloureiro para José — seleção de doze poemas, incluindo o que dá título ao livro. 



Capa para As Impurezas do Branco, também da warrak, segue a linha fundo branco, recorte de uma obra de arte e tipos bastonados no título e no nome do autor. Discretas, as peças criadas para a coleção seguem a linha de modernização dos projetos gráficos para edições de autores brasileiros — algo que a Companhia das Letras já vinha fazendo com as coleções de Jorge Amado e Lygia Fagundes Telles.



A Cosac ainda selecionou 25 poemas inéditos do escritor mineiro num belo volume de capa dura. A cor vibrante e o recorte da tipografia ajudam a preencher um projeto com poucos elementos. Mais um daqueles pequenos mimos feitos para enfeitar estante — e encher os olhos de qualquer designer.

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